Algumas medicações utilizadas no TEA e no TDAH podem modificar a frequência cardíaca e a pressão arterial. A avaliação cardiovascular ajuda a identificar crianças que precisam de atenção especial antes ou durante o tratamento, principalmente quando existem sintomas, alterações no exame ou fatores de risco pessoais e familiares. Quando indicada, a Dra. Bruna Carapeba realiza a avaliação cardiológica em Moema, São Paulo, e em Presidente Prudente, com eletrocardiograma e, quando necessário, ecocardiograma no mesmo atendimento.
Dra. Bruna Carapeba · CRM 129162/SP · RQE 71317 (Pediatria) · RQE 713171 (Cardiologia Pediátrica)
Quando avaliar o coração antes da medicação no TEA e no TDAH
A avaliação cardiológica é especialmente importante quando a criança apresenta sintomas cardiovasculares, já possui alguma alteração cardíaca, tem histórico familiar relevante ou quando o médico responsável pelo TEA ou TDAH solicita uma avaliação antes ou durante o tratamento.
Algumas situações que merecem avaliação:
- Palpitações, desmaios, dor no peito ou falta de ar sem explicação.
- Cardiopatia ou arritmia já conhecida.
- Alterações identificadas no exame físico ou em exames anteriores.
- Casos na família, especialmente em pessoas jovens, de arritmias importantes, cardiomiopatias, desmaios sem explicação ou morte súbita.
- Solicitação do médico responsável pelo tratamento.
A avaliação cardiológica não é obrigatória para todas as crianças que iniciam medicação para TEA ou TDAH. A necessidade é individualizada de acordo com a história, o exame clínico e a medicação proposta.
Como é a avaliação cardiológica nesses casos
A consulta começa pela história da criança, considerando sintomas, condições de saúde, medicações em uso e aquelas que se pretende iniciar, além da história cardiovascular da família. A Dra. Bruna também avalia a pressão arterial, a frequência cardíaca e realiza o exame cardiovascular.
O eletrocardiograma, quando indicado, ajuda a avaliar o ritmo e a atividade elétrica do coração. Já o ecocardiograma complementa a avaliação quando é necessário analisar os aspectos anatômicos e funcionais.
O atendimento respeita o tempo e as particularidades de cada criança. A consulta online também pode ser utilizada para conhecer a história, revisar exames já realizados e orientar os próximos passos. Quando houver necessidade de exame físico, eletrocardiograma, ecocardiograma ou outra avaliação complementar, o atendimento presencial é orientado.
O laudo para o início seguro da medicação
Ao final, a família recebe o laudo e as orientações cardiológicas. Quando a avaliação foi solicitada por outro profissional, os achados e a conclusão são compartilhados para responder à dúvida que motivou o encaminhamento. A escolha e a prescrição da medicação permanecem sob responsabilidade do médico que acompanha o TEA ou o TDAH. O papel da avaliação cardiológica é avaliar o coração da criança e identificar se existe alguma condição cardiovascular que precise de atenção ou acompanhamento antes ou durante o uso da medicação.
A experiência da Dra. Bruna Carapeba na avaliação cardiológica do TEA e do TDAH
A avaliação cardiovascular de crianças com TEA e TDAH faz parte da rotina da Dra. Bruna Carapeba. O atendimento é adaptado às particularidades de cada criança, respeitando seu tempo de adaptação ao ambiente, ao exame físico e aos exames cardiológicos.
Quando necessário, a avaliação é organizada para reunir consulta e exames no mesmo atendimento, reduzindo deslocamentos e tornando o processo mais confortável para a criança e para a família. Em situações em que o deslocamento ou o ambiente do consultório representam uma barreira importante, a consulta online pode facilitar um primeiro contato, permitindo conhecer a história, revisar exames já realizados e planejar de forma mais direcionada uma avaliação presencial, quando necessária.
Perguntas frequentes sobre o coração no TEA e no TDAH
Em geral, não. Quando a avaliação é solicitada, a consulta e os exames indicados podem ser realizados no mesmo atendimento. Estando a avaliação cardiológica dentro da normalidade, não há motivo cardiológico para adiar o início do tratamento, que segue conforme a orientação do médico responsável pela medicação.
Não. A avaliação cardiológica não é obrigatória para todas as crianças. Ela pode ser indicada quando existem sintomas, alterações no exame, cardiopatia conhecida, histórico familiar relevante ou por solicitação do médico que acompanha a criança
O eletrocardiograma pode ser indicado para avaliar o ritmo e a atividade elétrica do coração. O ecocardiograma é realizado quando há necessidade de avaliar também sua estrutura e funcionamento. A indicação é individualizada.
Não existe um intervalo único. A necessidade de nova avaliação depende da medicação, da saúde da criança, dos achados anteriores e do surgimento de sintomas ou alterações durante o tratamento.
Na maioria das crianças, os psicoestimulantes são bem tolerados. Eles podem causar pequenos aumentos da frequência cardíaca e da pressão arterial e, em crianças com predisposição a determinadas arritmias, podem favorecer ou tornar mais evidente uma alteração do ritmo que até então não causava sintomas. Por isso, conhecer a história da criança e da família e reconhecer fatores de risco cardiovascular ajuda a identificar quem precisa de uma avaliação mais cuidadosa antes ou durante o tratamento.
Dra. Bruna Carapeba · CRM 129162/SP · RQE 71317 (Pediatria) · RQE 713171 (Cardiologia Pediátrica)