O coração do bebê pode ser avaliado ainda durante a gestação pelo ecocardiograma fetal, exame que analisa sua formação, funcionamento e o fluxo do sangue. Ele pode ser indicado para esclarecer um achado do pré-natal, investigar fatores de risco ou avaliar o coração do bebê com mais detalhes.

Quando uma cardiopatia congênita já foi identificada, a Dra. Bruna também acompanha a gestante para explicar o diagnóstico, orientar a família e planejar os próximos passos até o nascimento.

Em Presidente Prudente, a consulta e o ecocardiograma fetal são realizados no consultório. Em São Paulo, a consulta acontece em Moema e o ecocardiograma fetal é realizado no Hospital Infantil Sabará.

Atuação em cardiologia e ecocardiografia pediátrica e fetal
Dra. Bruna Carapeba · CRM 129162/SP · RQE 71317 (Pediatria) · RQE 713171 (Cardiologia Pediátrica)
Avaliação cardiológica fetal para gestantes

Quando a avaliação do coração do bebê é indicada na gestação

O ecocardiograma fetal é especialmente indicado quando existe algum achado no coração do bebê durante o ultrassom da gestação ou situações maternas, fetais ou familiares que aumentem o risco de cardiopatia congênita. No Brasil, desde 2023, a Lei nº 14.598 incluiu o ecocardiograma fetal no protocolo de assistência pré-natal da rede pública de saúde, nos termos previstos pela legislação.

Entre as principais indicações estão:

  • Suspeita de alteração cardíaca no ultrassom morfológico ou em outro exame da gestação.
  • Cardiopatia congênita em parente de primeiro grau do bebê, como mãe, pai ou irmão.
  • Diabetes materno presente antes da gestação.
  • Algumas doenças autoimunes maternas, especialmente com anticorpos anti-Ro/SSA ou anti-La/SSB.
  • Uso ou exposição a determinados medicamentos com risco conhecido para o desenvolvimento cardíaco fetal.
  • Alterações cromossômicas ou síndromes genéticas identificadas ou suspeitas no bebê.
  • Outras malformações fetais identificadas no ultrassom.
  • Translucência nucal aumentada, especialmente quando ≥ 3,5 mm.
  • Hidropisia fetal.
  • Gestação gemelar monocoriônica.

A gestante também pode procurar diretamente a avaliação do coração do bebê, mesmo sem encaminhamento médico.

Como é feita a avaliação do coração fetal

Na avaliação com a Dra. Bruna Carapeba, o exame e a conversa acontecem juntos. Ela examina o coração do bebê pelo ecocardiograma fetal e explica o achado na própria consulta, com atenção ao estado emocional da gestante.

É um ultrassom indolor e sem radiação, feito na janela de semanas indicada. A gestante vem para um exame, e ele vira uma consulta: a explicação do que foi visto é dada ali mesmo, sem deixar a família semanas com uma dúvida no ar.

A condução do diagnóstico até o nascimento seguro

O ecocardiograma fetal é um ultrassom detalhado do coração do bebê, indolor e sem radiação. Durante o exame, a Dra. Bruna avalia a formação e o funcionamento do coração, o fluxo do sangue e o ritmo cardíaco fetal. Ao final, os achados são explicados à gestante de forma clara, respeitando também o momento emocional da família. Quando existe alguma alteração, a orientação vai além do nome do diagnóstico: a Dra. Bruna explica o que foi encontrado, o que isso pode representar para o bebê e quais serão os próximos passos.

Em Presidente Prudente, o exame e a consulta podem acontecer no mesmo atendimento. Em São Paulo, o ecocardiograma fetal é realizado no Hospital Infantil Sabará e, quando há diagnóstico de cardiopatia fetal ou necessidade de uma orientação mais detalhada, a consulta pode ser realizada no consultório de Moema.

A experiência da Dra. Bruna Carapeba em cardiologia fetal

A Dra. Bruna Carapeba atua em cardiologia pediátrica e fetal há mais de 13 anos, com mais de 10 mil ecocardiogramas realizados. Essa experiência permite acompanhar o coração desde a vida fetal e, quando uma alteração é identificada, orientar a família sobre o diagnóstico, os próximos passos e os cuidados que o bebê poderá precisar após o nascimento.

Nos casos de cardiopatia congênita fetal, o acompanhamento pode continuar da gestação ao nascimento e, depois, na cardiologia pediátrica, mantendo a continuidade do cuidado.

Foto da Dra. Bruna

Perguntas frequentes sobre a avaliação do coração fetal

No Brasil, a Lei nº 14.598/2023 incluiu o ecocardiograma fetal no protocolo de assistência pré-natal da rede pública. Do ponto de vista das diretrizes médicas, o exame é especialmente recomendado quando há suspeita de alteração no ultrassom, fatores de risco maternos, fetais ou histórico familiar de cardiopatia congênita.

A gestante também pode procurar diretamente a avaliação do coração do bebê, mesmo sem encaminhamento médico.

Na prática, o ecocardiograma fetal é frequentemente realizado entre 24 e 28 semanas, quando o coração está maior e algumas estruturas podem ser visualizadas com mais detalhes. As principais diretrizes, porém, recomendam que a avaliação possa ser feita já entre 18 e 22 semanas, especialmente quando há indicação ou fator de risco.

Mas é muito importante saber que o exame não fica restrito a essas semanas: pode ser realizado mais tarde, inclusive até o final da gestação. Quando existe suspeita de cardiopatia ou maior risco, também pode ser antecipado e repetido ao longo da gravidez, quando necessário.

Não. O ecocardiograma fetal utiliza ultrassom e não emprega radiação. É um exame não invasivo, realizado pelo abdome da gestante, seguindo os mesmos princípios de segurança dos demais exames ultrassonográficos da gestação.

Em Presidente Prudente, o ecocardiograma fetal e a consulta para gestantes com diagnóstico de cardiopatia congênita fetal são realizados no consultório. Em São Paulo, o ecocardiograma fetal é realizado no Hospital Infantil Sabará, e a consulta para orientação e acompanhamento das gestantes com diagnóstico de cardiopatia fetal acontece no consultório de Moema.

Atuação em cardiologia e ecocardiografia pediátrica e fetal
Dra. Bruna Carapeba · CRM 129162/SP · RQE 71317 (Pediatria) · RQE 713171 (Cardiologia Pediátrica)