Algumas síndromes genéticas estão associadas a maior frequência de cardiopatias congênitas, alterações das válvulas, da aorta ou do ritmo cardíaco. A avaliação cardiológica identifica o que precisa ser investigado e organiza o acompanhamento de acordo com a síndrome e com cada fase do crescimento.

A Dra. Bruna Carapeba faz esse acompanhamento como parte da cardiologia pediátrica, junto com o geneticista e o pediatra que já seguem a criança. Entre os motivos de encaminhamento que chegam ao consultório, a investigação ligada a síndromes genéticas está entre os mais frequentes, ao lado das crianças com TEA ou TDAH em uso de medicação.

Atuação em cardiologia e ecocardiografia pediátrica e fetal
Dra. Bruna Carapeba · CRM 129162/SP · RQE 71317 (Pediatria) · RQE 713171 (Cardiologia Pediátrica)
Foto Síndromes genéticas e coração

Por que a síndrome genética pede avaliação cardiológica

Muitas síndromes genéticas reúnem, entre as características que compõem o quadro, uma chance maior de alteração no coração: na formação das cavidades e dos septos, nas válvulas, na aorta ou na condução elétrica. 

A frequência e o tipo de alteração variam conforme a síndrome, por isso a avaliação cardiológica costuma ser recomendada assim que o diagnóstico genético é confirmado, ou quando a suspeita começa a ser investigada.

Quando a avaliação é indicada

  • Diagnóstico já confirmado de síndrome genética, seja no período neonatal, seja mais tarde na infância.
  • Suspeita levantada pelo pediatra ou pelo geneticista, ainda em investigação.
  • Histórico familiar de síndrome genética associada a alteração cardíaca.
  • Acompanhamento de rotina, em cada fase do crescimento, quando a síndrome já tem uma cardiopatia identificada.
  • Antes de procedimentos ou cirurgias, quando há indicação de avaliação cardiológica prévia.

Como é a avaliação cardiológica

A consulta segue o mesmo cuidado dedicado às demais crianças atendidas pela Dra. Bruna: conversa com a família, exame físico e, quando indicado, eletrocardiograma e ecocardiograma no mesmo dia, quando o quadro permite. O resultado é explicado com desenho, e a família sai com a orientação por escrito sobre o que precisa de acompanhamento e com que intervalo.

O que a avaliação pode identificar

Conforme a síndrome e o achado, a avaliação pode apontar cardiopatia congênita, alteração valvular, alteração da aorta ou alteração do ritmo cardíaco. Quando algo precisa ser esclarecido, o próximo passo depende do achado: pode ser necessário um exame complementar, como Holter ou teste de esforço, ou o encaminhamento a outra especialidade.

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Uma leitura que considera a síndrome como um todo

Com mais de 13 anos de atuação em cardiologia pediátrica, a Dra. Bruna Carapeba busca nomear o diagnóstico com clareza, inclusive quando a suspeita de síndrome genética ainda não foi conversada com a família. 

Quando é o caso, orienta o encaminhamento ao geneticista e mantém o retorno ao pediatra com laudo e conduta, para que o cuidado do coração siga integrado ao acompanhamento da criança como um todo.

Foto da Dra. Bruna

Perguntas frequentes sobre síndromes genéticas e coração

Não necessariamente. A chance de alteração cardíaca varia conforme a síndrome, e algumas crianças não apresentam nenhum achado no coração. Por isso a avaliação cardiológica serve exatamente para checar, caso a caso, o que precisa de acompanhamento.

Não. São avaliações complementares. O geneticista investiga e acompanha a síndrome como um todo; a cardiologista pediátrica investiga e acompanha especificamente o coração, e as duas atuações seguem em conjunto.

Depende da síndrome e do que a primeira avaliação encontrar. Algumas crianças seguem com retornos anuais; outras, quando há uma cardiopatia identificada, precisam de acompanhamento mais próximo, com intervalo definido caso a caso.

Sim, quando o quadro permite. A Dra. Bruna realiza o eletrocardiograma e o ecocardiograma no mesmo atendimento, o que evita idas e vindas para famílias que já lidam com várias especialidades no acompanhamento da síndrome.

Pode começar logo após o nascimento, quando a síndrome já é diagnosticada no período neonatal, e segue conforme a necessidade em cada fase do crescimento.

Atuação em cardiologia e ecocardiografia pediátrica e fetal
Dra. Bruna Carapeba · CRM 129162/SP · RQE 71317 (Pediatria) · RQE 713171 (Cardiologia Pediátrica)